Como deixar seu cabelo lindo para o verão

22 de novembro de 2022

Quase todo mundo já deve ter se imaginado em um dia perfeito de verão: a pele bronzeada, uma praia linda, sol, calor e seus belos cabelos voando ao vento! Quem nunca?  

Tudo isso é possível com uma simples viagem, mas deixar as madeixas lindas para a estação nem sempre é tarefa fácil. Especialmente se, hoje, seus cabelos encontram-se danificados e malcuidados.

Então que tal descobrir os melhores tratamentos para a época? No artigo de hoje, você vai descobrir como deixar seu cabelo lindo para o Verão!

 

Por que preparar os cabelos para o verão?

O verão é a época do ano em que há maior incidência dos raios solares. E isso traz seus riscos, inclusive para os cabelos. Enquanto os raios UVA degeneram a queratina dos fios, fragilizando-os, os raios UVB oxidam e desbotam as cores do cabelo, mesmo os tons naturais. 

Além disso, pelas características do verão, nossa tendência é nos expor mais à água . No caso da água do mar , tem a questão do sal e do vento . No caso das piscinas dos clubes, nos expomos ao cloro da água . E isso potencializa ainda mais a perda de nutrientes e da hidratação dos fios, deixando-os opacos e quebradiços. Então como deixá-los prontos para a estação?

Tratamentos profissionais e caseiros: a chave do sucesso

Muitas vezes, nossos fios precisam de cuidados que só podem ser indicados de maneira precisa pelo tricologista (dermatologista especializado em fios).  Isso vale tanto para doenças capilares ( como calvície, eflúvio telógeno, etc. ) quanto para garantir a saúde e beleza dos cabelos, como na indicação de tratamentos ou de produtos.

Os cuidados caseiros durante o verão também são muito importantes. O planejamento de um cronograma capilar ajuda a prevenir a perda de hidratação e de nutrição, além de agregar processos de reconstrução na rotina do cabelo, mantendo-os belos e fortes. 

 

 

Como deixar o cabelo pronto para o verão?

Com cada cabelo sendo único, é importante consultar o(a) dermatologista para conhecer as características do seu e ser orientada sobre como cuidar dele da melhor maneira. Mas existem alguns cuidados que ajudam a proteger o seu cabelo, ao mesmo tempo que mantêm o brilho e fortalecem os fios:

  • Cortar as pontas: ajuda a fortalecer os fios, estruturas que geralmente são as mais danificadas.
  • Produtos com proteção solar: engana-se quem acha que somente a pele deve ter proteção solar! Procure investir em produtos capilares com proteção solar — de preferência os leave-ins , que agem por mais tempo. 
  • Barreiras solares: e falando em proteção contra o sol, esse é o momento de investir em chapéus, lenços, bonés e turbantes ! Tudo vale na hora de proteger seus fios contra os raios solares.
  • Óleos capilares: selam as cutículas, evitando a perda da hidratação e reduzindo os efeitos das agressões nos fios — principalmente de águas com sal, cloro, etc. 
  • Shampoos mais hidratantes: produtos muito concentrados tendem a ser mais agressivos e retirar parte dos ativos do cabelo. Nessa época do ano, converse com o dermatologista e peça indicações de shampoos mais hidratantes. 

 

 

Os melhores tratamentos para os cabelos

Confira a seguir uma série de tratamentos que podem ser feitos para deixar seu cabelo lindo para o verão. Naturalmente, a indicação de cada um deve ser feita por um(a) dermatologista especializado(a) em estética capilar, de acordo com o que seus cabelos precisam

Detox Capilar

Trata-se de uma série de procedimentos que visam retirar o acúmulo de produtos, poluição e outras substâncias agressivas dos fios e do couro cabeludo. Isso é importante tanto para deixar os cabelos mais saudáveis quanto para preparar o terreno para que outros tratamentos tenham melhores resultados.

Cronograma Capilar

A montagem de um cronograma capilar é altamente benéfica, principalmente se for feita com acompanhamento profissional. A partir de uma análise detalhada da estrutura dos seus fios, é possível fazer um planejamento de como repor os ativos necessários para fortalecer e dar brilho aos seus fios.

Plasma rico em plaquetas 

Reaplica plaquetas retiradas do sangue da própria paciente no couro cabeludo. Pacientes com enfraquecimento capilar e/ou com sinais de queda obtém excelentes benefícios com a prática. O PRP também aumenta a produção de colágeno e estimula o crescimento do cabelo. 

Intradermoterapia Capilar

Focado na reposição de enzimas e vitaminas. Funciona assim: são feitas injeções na mesoderme, camada de gordura logo abaixo da pele do couro cabeludo. Ela auxilia no aumento da espessura e na recuperação do volume dos fios. 

Nutrição

Pode parecer estranho. No entanto, a alimentação influencia significativamente na aparência dos nossos fios! E nem sempre é fácil achar uma dieta balanceada, levando em conta todas as vitaminas que devemos ingerir. Por isso, contar com ajuda profissional é um excelente tratamento — para os cabelos e para o corpo. 

 

Cabelo forte e radiante é no Art Beauty Center!

O verão está aí, cheio de possibilidades e dias ensolarados. Dito isso, nada melhor do que estar na sua melhor versão quando a estação chegar.  

No Art Beauty Center by Geisa Costa, acreditamos no valor da beleza singular de cada pessoa. Em nossos espaços, ajudamos a aperfeiçoar o que há de melhor em você! Não à toa, trouxemos a Academia da Beleza® , um novo conceito em cuidados dermatológicos.

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26 de agosto de 2026
A longevidade não começa quando os primeiros sinais do envelhecimento aparecem. Ela começa muito antes, na compreensão dos fatores que podem influenciar a trajetória de saúde de cada pessoa. Nesse contexto, o teste genético pode acrescentar uma camada de informação que exames laboratoriais, histórico clínico e avaliação física, isoladamente, não conseguem oferecer: a identificação de variantes do DNA associadas a determinadas características biológicas e predisposições. Isso não significa prever exatamente quais doenças uma pessoa terá, nem estabelecer quantos anos ela viverá. Predisposição genética não é destino biológico. O valor da informação genética está em ajudar a compreender diferenças individuais de risco e, quando existe evidência científica e aplicabilidade clínica, integrá-las a uma estratégia mais ampla de prevenção, acompanhamento e medicina personalizada. A própria evolução da medicina de precisão aponta nessa direção. Em 2026, a Organização Mundial da Saúde reconheceu formalmente a medicina de precisão como uma oportunidade para transformar descobertas científicas em cuidados mais individualizados e orientados por dados, ao mesmo tempo em que chama atenção para questões como validade clínica, privacidade, equidade e governança das informações genéticas. O que é um teste genético? O teste genético é uma análise do DNA realizada para identificar variantes genéticas que podem estar relacionadas a características individuais, doenças hereditárias, resposta a medicamentos ou predisposição a determinadas condições de saúde. Dependendo do exame e de sua finalidade, a análise pode envolver genes específicos, painéis genéticos ou conjuntos muito maiores de variantes. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto clínico: genética é uma parte da informação sobre o paciente, e não uma explicação isolada sobre sua saúde. Por que o DNA passou a ocupar um espaço maior na medicina da longevidade? Durante décadas, grande parte da prevenção foi construída predominantemente a partir de fatores populacionais: idade, sexo, pressão arterial, colesterol, peso, histórico familiar, hábitos e resultados de exames. Esses elementos continuam essenciais. A genômica acrescentou outra pergunta à prática clínica: pessoas aparentemente semelhantes apresentam o mesmo risco biológico? Nem sempre. Estudos de associação genômica identificaram milhares de variantes relacionadas a características e doenças complexas, incluindo condições cardiometabólicas, alguns cânceres e doenças neurológicas. Isso permitiu desenvolver instrumentos como os polygenic risk scores (PRS), ou escores de risco poligênico, que combinam o efeito de múltiplas variantes para estimar predisposições. É uma mudança relevante porque algumas dessas informações podem existir antes da manifestação clínica de uma doença . A medicina da longevidade, portanto, não utiliza o DNA como uma espécie de previsão do futuro. A proposta mais consistente é outra: combinar informação genética, histórico individual, biomarcadores, estilo de vida e acompanhamento longitudinal para construir uma leitura mais completa da saúde. Em longevidade, conhecer uma predisposição genética pode ser relevante não porque determina o futuro, mas porque pode acrescentar informação à maneira como determinados riscos são acompanhados ao longo da vida. O que um mapeamento genético pode revelar? Essa resposta depende fundamentalmente do tipo de teste realizado. “Teste genético” é uma expressão abrangente. Um painel para doenças hereditárias, uma análise farmacogenética e um teste destinado à avaliação de variantes associadas a doenças multifatoriais respondem a perguntas diferentes. Por isso, interpretar todos os exames genéticos como se entregassem um “mapa completo da saúde” é uma simplificação. Entre as aplicações da genômica investigadas ou utilizadas na medicina estão a identificação de variantes relacionadas a doenças monogênicas, avaliação de susceptibilidade genética a determinadas condições complexas, farmacogenômica e estratificação de risco. Os escores poligênicos, por exemplo, vêm sendo estudados como instrumentos complementares para identificar pessoas com maior risco de algumas doenças comuns. Uma revisão publicada na Nature Reviews Genetics destaca seu potencial incremental na predição de risco e na prevenção personalizada, mas também ressalta limitações importantes, como precisão ainda variável e diferenças de desempenho entre populações. Essa distinção é essencial para uma medicina baseada em evidências: nem toda associação genética descoberta em pesquisa está pronta para orientar uma decisão clínica. DNA, epigenética e estilo de vida são informações diferentes Uma das confusões mais frequentes ao falar sobre longevidade é tratar genética e epigenética como sinônimos. Não são. O DNA contém a sequência genética herdada de uma pessoa. A epigenética envolve mecanismos capazes de regular a atividade dos genes sem necessariamente modificar essa sequência. Esses processos interagem com desenvolvimento, envelhecimento e diferentes exposições ambientais. Isso ajuda a explicar por que possuir determinada predisposição genética não significa necessariamente desenvolver a condição correspondente. Alimentação, atividade física, tabagismo, exposição ambiental, sono, composição corporal, doenças existentes, idade e outros fatores participam de uma rede biológica complexa. É justamente nessa interação entre genoma, fenótipo, ambiente e comportamento que a medicina personalizada ganha significado. O teste genético pode fornecer uma informação relativamente estável sobre o indivíduo. Já o estado metabólico, inflamatório, hormonal e fisiológico é dinâmico e precisa ser avaliado por outros métodos. O teste genético não substitui exames clínicos Esse ponto é especialmente importante para evitar uma interpretação excessiva do mapeamento genético. Uma variante associada ao metabolismo lipídico, por exemplo, não substitui a avaliação laboratorial do colesterol. Uma predisposição relacionada a determinada doença não equivale ao diagnóstico dessa doença. Na prática, essas informações ocupam papéis diferentes. A tabela abaixo ajuda a compreender como diferentes dimensões podem contribuir para uma avaliação individualizada:
24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. Biomarcadores clínicos e metabólicos Exames relativamente conhecidos podem carregar informações relevantes sobre envelhecimento quando avaliados conjuntamente. Marcadores relacionados a metabolismo, glicemia, lipídios, função renal, inflamação, pressão arterial e outros sistemas podem integrar algoritmos capazes de estimar desgaste fisiológico. Modelos como Klemera-Doubal Biological Age e PhenoAge estão entre as abordagens estudadas nessa área. Um dado brasileiro é particularmente interessante. Pesquisadores utilizaram informações de 12.109 participantes do ELSA-Brasil para calcular idade biológica a partir de biomarcadores clínicos. Após acompanhamento mediano de 9,1 anos, uma idade biológica mais elevada em relação à cronológica esteve associada a maior mortalidade por causas naturais, independentemente da idade registrada no calendário. Isso não transforma a idade biológica em previsão individual de longevidade. Mostra, entretanto, que determinados modelos conseguem capturar informações fisiológicas que a idade cronológica, isoladamente, não revela. Relógios epigenéticos Entre as tecnologias mais conhecidas estão os chamados relógios epigenéticos , desenvolvidos a partir de padrões de metilação do DNA. A metilação envolve modificações químicas associadas à regulação da atividade dos genes. Como alguns desses padrões se modificam com o envelhecimento, modelos computacionais conseguem utilizá-los para construir estimativas relacionadas à idade. Os modelos evoluíram consideravelmente. Alguns foram desenvolvidos para estimar idade cronológica; outros procuram capturar mortalidade, risco de doenças ou velocidade do envelhecimento. Apesar do potencial, uma revisão da Nature Reviews Genetics chama atenção para desafios de interpretação, heterogeneidade entre tipos celulares e limitações computacionais que ainda precisam ser resolvidos. Em outras palavras: relógios epigenéticos são ferramentas científicas promissoras, mas seus resultados precisam ser contextualizados. Proteômica, metabolômica e outros relógios biológicos A pesquisa avançou além do DNA. Hoje existem modelos baseados em proteínas circulantes, metabólitos, sistema imune, microbiota, glicanos, neuroimagem e até parâmetros relacionados ao envelhecimento cutâneo. A proteômica, por exemplo, analisa conjuntos de proteínas e vem sendo estudada para construir relógios capazes de caracterizar o envelhecimento fisiológico. Uma revisão publicada em 2026 aponta potencial para aplicações preventivas, mas também diferenças importantes entre plataformas, populações estudadas e estratégias de modelagem. O caminho mais consistente, portanto, parece menos relacionado à procura por um marcador perfeito e mais à integração de múltiplas dimensões do organismo. Idade cronológica e idade biológica não são medidas concorrentes É tentador interpretar a idade biológica como uma substituição da cronológica. Clinicamente, essa leitura é limitada. A idade cronológica continua sendo extremamente relevante para epidemiologia, rastreamentos, interpretação de risco e decisões médicas. A idade biológica acrescenta outra camada: procura representar diferenças fisiológicas existentes entre indivíduos com o mesmo número de anos de vida. A comparação ajuda a organizar o conceito:
21 de agosto de 2026
Entenda o que é medicina da longevidade e como genética, idade biológica, biomarcadores e prevenção contribuem para um envelhecimento mais saudável.
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