8 principais causas da queda de cabelo

10 de agosto de 2022

A queda de cabelo pode ter um impacto negativo em nossa autoestima. Esse problema pode afetar ambos os sexos. Um estudo mostra que 75% dos homens com perda capilar se sentem menos confiantes. 

Mas quais são as principais causas da queda de cabelo ? No artigo de hoje, o Art Beauty Center traz informações sobre as principais razões da perda capilar. 

 

Principais causas para a queda de cabelo

1. Estresse

O estresse aumenta a produção de cortisol , hormônio que interfere na atividade do folículo piloso. Esse hormônio atua encurtando o ciclo de crescimento dos fios, deixando-os fracos e fazendo com que caiam antes do tempo. 

 

2. Genética

Principal causa da queda de cabelo, respondendo por cerca de 90% dos casos.

Afeta homens e mulheres, sendo mais frequente no sexo masculino. Pacientes que têm parentes próximos com esse tipo de queda possuem maiores chances de sofrer com a calvície genética — chamada alopecia androgenética.

Essa alopecia está relacionada a fatores hormonais . Ocorre assim: o cabelo vai progressivamente afinando e sofrendo encurtamento em sua fase de crescimento. Como consequência, os cabelos ficam rareados, com menos volume e densidade.

 

3. Doenças capilares

Algumas doenças afetam a saúde do couro cabeludo e do próprio fio. As mais comuns são: 

  • Alopecia areata: tem origem autoimune. Nesta condição, o corpo identifica a estrutura capilar como uma ameaça e passa a atacá-la . Pode ter fatores genéticos, mas geralmente é desencadeada por agentes emocionais. Seus sintomas são a queda de cabelos em pontos específicos, deixando áreas calvas arredondadas, brilhantes e lisas. 
  • Eflúvio Telogênico: condição caracterizada pela queda diária de fios de cabelo.  Pode ser aguda ou crônica.  De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia , pode estar associada a diversos fatores, como: pós-parto, febre, infecção aguda, sinusite, pneumonia, gripe, dietas muito restritivas, doenças metabólicas ou infecciosas, cirurgias, especialmente a bariátrica, por conta da perda de sangue e do estresse metabólico, além do estresse. 

 

4. Medicamentos 

O uso de algumas medicações, como antibióticos e antidepressivos, podem causar queda de fios. É importante conversar com o(a) dermatologista para criar uma estratégia que evite ou reduza a queda nesses casos.

 

5. Alterações hormonais

Uso de anticoncepcionais, de remédios para reposição hormonal ou até mesmo o período gestacional podem alterar a fase de crescimento dos fios . Um dos principais motivos é o aumento da progesterona , que promove o ressecamento do cabelo e aumenta as chances de quebra e queda. 

 

6. Excesso ou falta de vitaminas

Sabia que o excesso de vitamina e vitaminas do complexo B pode causar a queda de cabelos. Por outro lado, a falta de vitaminas também pode enfraquecer os fios, deixando-os suscetíveis à quebra e à queda. 

 

7. Envelhecimento

O envelhecimento reduz a produção de colágeno, uma proteína importante na manutenção da elasticidade e brilho dos fios. A perda de colágeno acaba afetando o funcionamento das células capilares, facilitando a queda.

  

8. Hábitos diários

Alimentação não equilibrada, tabagismo, exposição excessiva a altas temperaturas, como o uso de chapinha e secador: tudo isso pode contribuir com a quebra e queda dos fios. 

Além disso, a higienização inadequada e a falta de uma rotina de reposição de nutrientes podem agravar a queda. 

 

 

Queda de cabelo pós-Covid

Muitos pacientes acometidos pela Covid-19 tiveram queda de cabelo. Além da própria infecção, agressiva por si só, outros fatores relacionados à doença afetam a saúde dos fios. 

A redução de oxigenação no organismo, o estresse emocional e o principalmente o processo infeccioso provocado pela doença levam o cabelo a entrar mais cedo em sua fase de estabilização (fase catágena), que leva à queda. 

Essa sequela não é permanente , mas demanda o acompanhamento com dermatologista, de preferência especializado em fios (tricologistas). Se quiser ler mais sobre a relação entre a Covid e os cabelos, veja este artigo .

 

Melhores tratamentos para a queda de cabelos

PRP Capilar

O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) utiliza o plasma retirado do sangue do paciente. Ele é reinserido no couro cabeludo, estimulando o fortalecimento dos fios e auxiliando na recuperação do folículo capilar. 

Cronograma Capilar

Montar um cronograma capilar permite que você controle a reposição de nutrientes e a hidratação dos cabelos . Essa rotina evita a quebra e a queda dos fios, protegendo-os de fatores externos. 

MMP capilar

Através de microinjeções, o MMP capilar pode utilizar medicamentos e substâncias para tratar a causa da queda de cabelos, além de estimular a renovação celular do couro cabeludo. 

Intradermoterapia capilar 

Também chamada de mesoterapia , o tratamento repõe enzimas e vitaminas na camada de gordura logo abaixo do couro cabeludo. A Intradermoterapia fortalece os fios e estimula o crescimento do cabelo. 

Medicamentos

Outra abordagem é utilizar medicamentos orais ou de uso tópico, como tônicos e pomadas. Esses medicamentos devem ser prescritos por um(a) dermatologista. O uso irrestrito e sem acompanhamento é um perigo à saúde. 

 

Cabelos saudáveis e bonitos: Art Beauty Center!

A queda de cabelo pode ter diversas causas. A maioria delas tem solução e, quanto mais cedo você procurar um médico para o correto diagnóstico, maiores são as chances de sucesso no tratamento. 

Para você que deseja cuidar dos seus cabelos de maneira personalizada, com os melhores produtos e equipamentos, e com profissionais experientes, o Art Beauty Center oferece o que há de melhor contra a queda de cabelos. 

Agende uma avaliação. 

 

 

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26 de agosto de 2026
A longevidade não começa quando os primeiros sinais do envelhecimento aparecem. Ela começa muito antes, na compreensão dos fatores que podem influenciar a trajetória de saúde de cada pessoa. Nesse contexto, o teste genético pode acrescentar uma camada de informação que exames laboratoriais, histórico clínico e avaliação física, isoladamente, não conseguem oferecer: a identificação de variantes do DNA associadas a determinadas características biológicas e predisposições. Isso não significa prever exatamente quais doenças uma pessoa terá, nem estabelecer quantos anos ela viverá. Predisposição genética não é destino biológico. O valor da informação genética está em ajudar a compreender diferenças individuais de risco e, quando existe evidência científica e aplicabilidade clínica, integrá-las a uma estratégia mais ampla de prevenção, acompanhamento e medicina personalizada. A própria evolução da medicina de precisão aponta nessa direção. Em 2026, a Organização Mundial da Saúde reconheceu formalmente a medicina de precisão como uma oportunidade para transformar descobertas científicas em cuidados mais individualizados e orientados por dados, ao mesmo tempo em que chama atenção para questões como validade clínica, privacidade, equidade e governança das informações genéticas. O que é um teste genético? O teste genético é uma análise do DNA realizada para identificar variantes genéticas que podem estar relacionadas a características individuais, doenças hereditárias, resposta a medicamentos ou predisposição a determinadas condições de saúde. Dependendo do exame e de sua finalidade, a análise pode envolver genes específicos, painéis genéticos ou conjuntos muito maiores de variantes. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto clínico: genética é uma parte da informação sobre o paciente, e não uma explicação isolada sobre sua saúde. Por que o DNA passou a ocupar um espaço maior na medicina da longevidade? Durante décadas, grande parte da prevenção foi construída predominantemente a partir de fatores populacionais: idade, sexo, pressão arterial, colesterol, peso, histórico familiar, hábitos e resultados de exames. Esses elementos continuam essenciais. A genômica acrescentou outra pergunta à prática clínica: pessoas aparentemente semelhantes apresentam o mesmo risco biológico? Nem sempre. Estudos de associação genômica identificaram milhares de variantes relacionadas a características e doenças complexas, incluindo condições cardiometabólicas, alguns cânceres e doenças neurológicas. Isso permitiu desenvolver instrumentos como os polygenic risk scores (PRS), ou escores de risco poligênico, que combinam o efeito de múltiplas variantes para estimar predisposições. É uma mudança relevante porque algumas dessas informações podem existir antes da manifestação clínica de uma doença . A medicina da longevidade, portanto, não utiliza o DNA como uma espécie de previsão do futuro. A proposta mais consistente é outra: combinar informação genética, histórico individual, biomarcadores, estilo de vida e acompanhamento longitudinal para construir uma leitura mais completa da saúde. Em longevidade, conhecer uma predisposição genética pode ser relevante não porque determina o futuro, mas porque pode acrescentar informação à maneira como determinados riscos são acompanhados ao longo da vida. O que um mapeamento genético pode revelar? Essa resposta depende fundamentalmente do tipo de teste realizado. “Teste genético” é uma expressão abrangente. Um painel para doenças hereditárias, uma análise farmacogenética e um teste destinado à avaliação de variantes associadas a doenças multifatoriais respondem a perguntas diferentes. Por isso, interpretar todos os exames genéticos como se entregassem um “mapa completo da saúde” é uma simplificação. Entre as aplicações da genômica investigadas ou utilizadas na medicina estão a identificação de variantes relacionadas a doenças monogênicas, avaliação de susceptibilidade genética a determinadas condições complexas, farmacogenômica e estratificação de risco. Os escores poligênicos, por exemplo, vêm sendo estudados como instrumentos complementares para identificar pessoas com maior risco de algumas doenças comuns. Uma revisão publicada na Nature Reviews Genetics destaca seu potencial incremental na predição de risco e na prevenção personalizada, mas também ressalta limitações importantes, como precisão ainda variável e diferenças de desempenho entre populações. Essa distinção é essencial para uma medicina baseada em evidências: nem toda associação genética descoberta em pesquisa está pronta para orientar uma decisão clínica. DNA, epigenética e estilo de vida são informações diferentes Uma das confusões mais frequentes ao falar sobre longevidade é tratar genética e epigenética como sinônimos. Não são. O DNA contém a sequência genética herdada de uma pessoa. A epigenética envolve mecanismos capazes de regular a atividade dos genes sem necessariamente modificar essa sequência. Esses processos interagem com desenvolvimento, envelhecimento e diferentes exposições ambientais. Isso ajuda a explicar por que possuir determinada predisposição genética não significa necessariamente desenvolver a condição correspondente. Alimentação, atividade física, tabagismo, exposição ambiental, sono, composição corporal, doenças existentes, idade e outros fatores participam de uma rede biológica complexa. É justamente nessa interação entre genoma, fenótipo, ambiente e comportamento que a medicina personalizada ganha significado. O teste genético pode fornecer uma informação relativamente estável sobre o indivíduo. Já o estado metabólico, inflamatório, hormonal e fisiológico é dinâmico e precisa ser avaliado por outros métodos. O teste genético não substitui exames clínicos Esse ponto é especialmente importante para evitar uma interpretação excessiva do mapeamento genético. Uma variante associada ao metabolismo lipídico, por exemplo, não substitui a avaliação laboratorial do colesterol. Uma predisposição relacionada a determinada doença não equivale ao diagnóstico dessa doença. Na prática, essas informações ocupam papéis diferentes. A tabela abaixo ajuda a compreender como diferentes dimensões podem contribuir para uma avaliação individualizada:
24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. Biomarcadores clínicos e metabólicos Exames relativamente conhecidos podem carregar informações relevantes sobre envelhecimento quando avaliados conjuntamente. Marcadores relacionados a metabolismo, glicemia, lipídios, função renal, inflamação, pressão arterial e outros sistemas podem integrar algoritmos capazes de estimar desgaste fisiológico. Modelos como Klemera-Doubal Biological Age e PhenoAge estão entre as abordagens estudadas nessa área. Um dado brasileiro é particularmente interessante. Pesquisadores utilizaram informações de 12.109 participantes do ELSA-Brasil para calcular idade biológica a partir de biomarcadores clínicos. Após acompanhamento mediano de 9,1 anos, uma idade biológica mais elevada em relação à cronológica esteve associada a maior mortalidade por causas naturais, independentemente da idade registrada no calendário. Isso não transforma a idade biológica em previsão individual de longevidade. Mostra, entretanto, que determinados modelos conseguem capturar informações fisiológicas que a idade cronológica, isoladamente, não revela. Relógios epigenéticos Entre as tecnologias mais conhecidas estão os chamados relógios epigenéticos , desenvolvidos a partir de padrões de metilação do DNA. A metilação envolve modificações químicas associadas à regulação da atividade dos genes. Como alguns desses padrões se modificam com o envelhecimento, modelos computacionais conseguem utilizá-los para construir estimativas relacionadas à idade. Os modelos evoluíram consideravelmente. Alguns foram desenvolvidos para estimar idade cronológica; outros procuram capturar mortalidade, risco de doenças ou velocidade do envelhecimento. Apesar do potencial, uma revisão da Nature Reviews Genetics chama atenção para desafios de interpretação, heterogeneidade entre tipos celulares e limitações computacionais que ainda precisam ser resolvidos. Em outras palavras: relógios epigenéticos são ferramentas científicas promissoras, mas seus resultados precisam ser contextualizados. Proteômica, metabolômica e outros relógios biológicos A pesquisa avançou além do DNA. Hoje existem modelos baseados em proteínas circulantes, metabólitos, sistema imune, microbiota, glicanos, neuroimagem e até parâmetros relacionados ao envelhecimento cutâneo. A proteômica, por exemplo, analisa conjuntos de proteínas e vem sendo estudada para construir relógios capazes de caracterizar o envelhecimento fisiológico. Uma revisão publicada em 2026 aponta potencial para aplicações preventivas, mas também diferenças importantes entre plataformas, populações estudadas e estratégias de modelagem. O caminho mais consistente, portanto, parece menos relacionado à procura por um marcador perfeito e mais à integração de múltiplas dimensões do organismo. Idade cronológica e idade biológica não são medidas concorrentes É tentador interpretar a idade biológica como uma substituição da cronológica. Clinicamente, essa leitura é limitada. A idade cronológica continua sendo extremamente relevante para epidemiologia, rastreamentos, interpretação de risco e decisões médicas. A idade biológica acrescenta outra camada: procura representar diferenças fisiológicas existentes entre indivíduos com o mesmo número de anos de vida. A comparação ajuda a organizar o conceito:
21 de agosto de 2026
Entenda o que é medicina da longevidade e como genética, idade biológica, biomarcadores e prevenção contribuem para um envelhecimento mais saudável.
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