5 tratamentos dermatológicos para manchas de acne no rosto

11 de outubro de 2023

As manchas de acne são um problema comum para muitas pessoas. A pele manchada de acne fica com uma aparência irregular e pode desafiar a sua autoestima.


Neste artigo, exploraremos como diminuir as manchas de acne, oferecendo dicas úteis, tratamentos faciais, e uma rotina de cuidados diários.


Vamos abordar também a importância do filtro solar, ácidos para manchas de acne e como clarear manchas de acne sem tratamentos caseiros perigosos.


Acompanhe a leitura e veja como tratar a acne pode melhorar até a aparência do rosto cansado

Como surgem as manchas de acne?

A acne é uma condição da pele que ocorre devido a distúrbios nas glândulas sebáceas. A pele com manchas de acne resulta em um processo inflamatório que pode causar erupções cutâneas dolorosas e indesejadas.


Assim como as espinhas, as manchas de acne que permanecem após o desaparecimento delas são igualmente frustrantes. Listamos a seguir a visão geral de como essas manchas se formam na pele.

Glândulas sebáceas

As glândulas sebáceas produzem uma substância oleosa chamada sebo. O sebo é essencial para manter a pele hidratada e protegida.

Produção excessiva de sebo

Em pessoas propensas à acne, as glândulas sebáceas podem produzir um excesso de sebo. Isso pode ser influenciado por fatores hormonais, como durante a puberdade, menstruação ou gravidez.

Acúmulo de sebo

O excesso de sebo pode se acumular nos folículos pilosos da pele. Os folículos são pequenas estruturas que contêm um cabelo e uma glândula sebácea. Quando o sebo em excesso obstrui os folículos, são formados os conhecidos e temidos cravos.

Proliferação bacteriana

As bactérias Propionibacterium acnes, que normalmente residem na pele, podem proliferar nos folículos obstruídos devido ao ambiente propício. Isso leva à inflamação e à formação de espinhas vermelhas e dolorosas.

Ruptura e inflamação

Com o tempo, o sebo acumulado pode levar à ruptura dos folículos, liberando as bactérias nas camadas mais profundas da pele. Isso desencadeia uma resposta inflamatória do corpo, resultando em inchaço e vermelhidão.

Cicatrização e manchas

Após a resolução da espinha, a pele passa pelo processo de cicatrização. Às vezes, esse processo de reparação não ocorre uniformemente, deixando para trás manchas e cicatrizes na pele, as manchas de acne.

Tipos de manchas de acne

A acne pode se manifestar em diferentes tipos de manchas, desde pequenas espinhas até lesões mais graves. A seguir, vamos descrever os dois tipos de manchas de acne mais comuns e tratáveis: hiperpigmentação e eritema.

Hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI)

A hiperpigmentação pós-inflamatória é uma condição na qual a pele fica mais escura do que a sua tonalidade natural após uma lesão ou inflamação.


A HPI ocorre quando a pele produz um excesso de melanina, pigmento responsável pela cor da pele, como uma resposta à inflamação causada pelas espinhas. Isso resulta em áreas de hiperpigmentação nas áreas onde as espinhas estavam localizadas.

Eritema pós-inflamatório (EPI)

O eritema pós-inflamatório refere-se à vermelhidão persistente da pele que pode ocorrer após a cicatrização de uma espinha ou lesão. Essa vermelhidão é o resultado da dilatação dos vasos sanguíneos na área inflamada.


O EPI pode variar em intensidade e duração. Em algumas pessoas é possível notar que a vermelhidão persiste por semanas ou meses após o desaparecimento da acne. Em casos mais graves, pode até mesmo evoluir para uma forma mais crônica de vermelhidão, conhecida como eritema pós-inflamatório persistente (PPE).


Além da
HPI e do EPI, outros tipos de manchas de acne podem incluir cicatrizes de acne. Essas cicatrizes podem ser depressões na pele (cicatrizes deprimidas) ou elevações na pele (cicatrizes hipertróficas ou queloides). O que depende da forma como o tecido da pele se regenera após a inflamação.

5 tratamentos para minimizar manchas de acne

Se você não sabe como tratar manchas de acne, conheça os tratamentos dermatológicos a seguir.

1. Peeling

O peeling químico é um procedimento dermatológico que envolve a aplicação de uma solução de ácido hialurônico na pele. Esse peeling remove as camadas superficiais da pele danificada. O que pode reduzir a aparência das manchas através da renovação celular e a produção de colágeno. O resultado é uma pele mais suave e uniforme.

2. Laser

A terapia a laser é uma opção popular para tirar manchas de acne. Os lasers podem atingir camadas mais profundas da pele, visando áreas de pigmentação irregular. Isso ajuda a quebrar o excesso de melanina na pele, reduzindo assim as manchas de hiperpigmentação.

3. Microagulhamento

O microagulhamento é um procedimento no qual pequenas agulhas são usadas para criar microperfurações na pele. Isso estimula a produção de colágeno e a regeneração celular, o que pode melhorar a textura e a cor da pele, reduzindo a aparência das manchas de acne.

4. Produtos com ativos clareadores

O uso de produtos para manchas de acne faz parte da rotina de cuidados para tratar manchas de acne em casa. Esse uso é indicado junto a tratamentos dermatológicos e deve ser recomendado por um dermatologista.


Um clareador para manchas de acne pode conter
ácido glicólico, ácido salicílico, vitamina C, niacinamida e ácido kójico. Esses ativos clareadores ajudam a inibir a produção de melanina e a clarear a pele gradualmente.

5. Radiofrequência Microagulhada (CynoGlow)

O CynoGlow é um plano de tratamento que utiliza tecnologias a laser de picossegundos e radiofrequência microagulhada para o tratamento  de marcas de acnes, estrias e muito mais. São eles: Picosure Pro e Potenza.

Dicas de como prevenir manchas de acne?

Prevenir manchas de acne é importante para manter uma pele saudável e livre de marcas indesejadas. Aqui estão algumas dicas adicionais sobre como prevenir manchas de acne.

Não espremer espinhas

Se a sua preocupação é sobre como tirar manchas de acne do rosto, não esprema as espinhas. Espremer espinhas ou cravos pode aumentar a inflamação e o risco de agravar manchas de acne.

Usar protetor solar diariamente

Usar protetor solar todos os dias é crucial para proteger a pele. A exposição ao sol pode piorar as manchas de acne e aumentar o risco de hiperpigmentação.

Rotina de skincare voltada ao tratamento de acne

Estabeleça uma rotina de autocuidado com a pele voltada ao tratamento da acne. Isso pode incluir o uso de cremes ou pomadas para manchas de acne.


O uso de produtos adequados para a sua pele pode ajudar a evitar a formação de novas espinhas e, consequentemente, minimizar o risco de manchas de acne.

Evite produtos e maquiagem comedogênicos

Opte por produtos de cuidados com a pele e maquiagem que sejam rotulados como "não comedogênicos". Eliminar esse componente ajuda a evitar o entupimento dos poros, o que pode levar à acne.

Consulte um dermatologista

Se você estiver enfrentando problemas persistentes com as manchas de acne, consulte um dermatologista. Aqui, no Art Beauty Center, nossos profissionais são altamente qualificados e oferecem orientações personalizadas para o tratamento de manchas de acne.


Não permita que as manchas de acne deixem cicatrizes na sua pele. Entre em contato e agende a sua consulta agora mesmo.


Aproveite para conhecer outros tratamentos, como
diminuir a papada e melhorar a flacidez no pescoço. Revigore a saúde da sua pele e sinta-se bem.

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26 de agosto de 2026
A longevidade não começa quando os primeiros sinais do envelhecimento aparecem. Ela começa muito antes, na compreensão dos fatores que podem influenciar a trajetória de saúde de cada pessoa. Nesse contexto, o teste genético pode acrescentar uma camada de informação que exames laboratoriais, histórico clínico e avaliação física, isoladamente, não conseguem oferecer: a identificação de variantes do DNA associadas a determinadas características biológicas e predisposições. Isso não significa prever exatamente quais doenças uma pessoa terá, nem estabelecer quantos anos ela viverá. Predisposição genética não é destino biológico. O valor da informação genética está em ajudar a compreender diferenças individuais de risco e, quando existe evidência científica e aplicabilidade clínica, integrá-las a uma estratégia mais ampla de prevenção, acompanhamento e medicina personalizada. A própria evolução da medicina de precisão aponta nessa direção. Em 2026, a Organização Mundial da Saúde reconheceu formalmente a medicina de precisão como uma oportunidade para transformar descobertas científicas em cuidados mais individualizados e orientados por dados, ao mesmo tempo em que chama atenção para questões como validade clínica, privacidade, equidade e governança das informações genéticas. O que é um teste genético? O teste genético é uma análise do DNA realizada para identificar variantes genéticas que podem estar relacionadas a características individuais, doenças hereditárias, resposta a medicamentos ou predisposição a determinadas condições de saúde. Dependendo do exame e de sua finalidade, a análise pode envolver genes específicos, painéis genéticos ou conjuntos muito maiores de variantes. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto clínico: genética é uma parte da informação sobre o paciente, e não uma explicação isolada sobre sua saúde. Por que o DNA passou a ocupar um espaço maior na medicina da longevidade? Durante décadas, grande parte da prevenção foi construída predominantemente a partir de fatores populacionais: idade, sexo, pressão arterial, colesterol, peso, histórico familiar, hábitos e resultados de exames. Esses elementos continuam essenciais. A genômica acrescentou outra pergunta à prática clínica: pessoas aparentemente semelhantes apresentam o mesmo risco biológico? Nem sempre. Estudos de associação genômica identificaram milhares de variantes relacionadas a características e doenças complexas, incluindo condições cardiometabólicas, alguns cânceres e doenças neurológicas. Isso permitiu desenvolver instrumentos como os polygenic risk scores (PRS), ou escores de risco poligênico, que combinam o efeito de múltiplas variantes para estimar predisposições. É uma mudança relevante porque algumas dessas informações podem existir antes da manifestação clínica de uma doença . A medicina da longevidade, portanto, não utiliza o DNA como uma espécie de previsão do futuro. A proposta mais consistente é outra: combinar informação genética, histórico individual, biomarcadores, estilo de vida e acompanhamento longitudinal para construir uma leitura mais completa da saúde. Em longevidade, conhecer uma predisposição genética pode ser relevante não porque determina o futuro, mas porque pode acrescentar informação à maneira como determinados riscos são acompanhados ao longo da vida. O que um mapeamento genético pode revelar? Essa resposta depende fundamentalmente do tipo de teste realizado. “Teste genético” é uma expressão abrangente. Um painel para doenças hereditárias, uma análise farmacogenética e um teste destinado à avaliação de variantes associadas a doenças multifatoriais respondem a perguntas diferentes. Por isso, interpretar todos os exames genéticos como se entregassem um “mapa completo da saúde” é uma simplificação. Entre as aplicações da genômica investigadas ou utilizadas na medicina estão a identificação de variantes relacionadas a doenças monogênicas, avaliação de susceptibilidade genética a determinadas condições complexas, farmacogenômica e estratificação de risco. Os escores poligênicos, por exemplo, vêm sendo estudados como instrumentos complementares para identificar pessoas com maior risco de algumas doenças comuns. Uma revisão publicada na Nature Reviews Genetics destaca seu potencial incremental na predição de risco e na prevenção personalizada, mas também ressalta limitações importantes, como precisão ainda variável e diferenças de desempenho entre populações. Essa distinção é essencial para uma medicina baseada em evidências: nem toda associação genética descoberta em pesquisa está pronta para orientar uma decisão clínica. DNA, epigenética e estilo de vida são informações diferentes Uma das confusões mais frequentes ao falar sobre longevidade é tratar genética e epigenética como sinônimos. Não são. O DNA contém a sequência genética herdada de uma pessoa. A epigenética envolve mecanismos capazes de regular a atividade dos genes sem necessariamente modificar essa sequência. Esses processos interagem com desenvolvimento, envelhecimento e diferentes exposições ambientais. Isso ajuda a explicar por que possuir determinada predisposição genética não significa necessariamente desenvolver a condição correspondente. Alimentação, atividade física, tabagismo, exposição ambiental, sono, composição corporal, doenças existentes, idade e outros fatores participam de uma rede biológica complexa. É justamente nessa interação entre genoma, fenótipo, ambiente e comportamento que a medicina personalizada ganha significado. O teste genético pode fornecer uma informação relativamente estável sobre o indivíduo. Já o estado metabólico, inflamatório, hormonal e fisiológico é dinâmico e precisa ser avaliado por outros métodos. O teste genético não substitui exames clínicos Esse ponto é especialmente importante para evitar uma interpretação excessiva do mapeamento genético. Uma variante associada ao metabolismo lipídico, por exemplo, não substitui a avaliação laboratorial do colesterol. Uma predisposição relacionada a determinada doença não equivale ao diagnóstico dessa doença. Na prática, essas informações ocupam papéis diferentes. A tabela abaixo ajuda a compreender como diferentes dimensões podem contribuir para uma avaliação individualizada:
24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. Biomarcadores clínicos e metabólicos Exames relativamente conhecidos podem carregar informações relevantes sobre envelhecimento quando avaliados conjuntamente. Marcadores relacionados a metabolismo, glicemia, lipídios, função renal, inflamação, pressão arterial e outros sistemas podem integrar algoritmos capazes de estimar desgaste fisiológico. Modelos como Klemera-Doubal Biological Age e PhenoAge estão entre as abordagens estudadas nessa área. Um dado brasileiro é particularmente interessante. Pesquisadores utilizaram informações de 12.109 participantes do ELSA-Brasil para calcular idade biológica a partir de biomarcadores clínicos. Após acompanhamento mediano de 9,1 anos, uma idade biológica mais elevada em relação à cronológica esteve associada a maior mortalidade por causas naturais, independentemente da idade registrada no calendário. Isso não transforma a idade biológica em previsão individual de longevidade. Mostra, entretanto, que determinados modelos conseguem capturar informações fisiológicas que a idade cronológica, isoladamente, não revela. Relógios epigenéticos Entre as tecnologias mais conhecidas estão os chamados relógios epigenéticos , desenvolvidos a partir de padrões de metilação do DNA. A metilação envolve modificações químicas associadas à regulação da atividade dos genes. Como alguns desses padrões se modificam com o envelhecimento, modelos computacionais conseguem utilizá-los para construir estimativas relacionadas à idade. Os modelos evoluíram consideravelmente. Alguns foram desenvolvidos para estimar idade cronológica; outros procuram capturar mortalidade, risco de doenças ou velocidade do envelhecimento. Apesar do potencial, uma revisão da Nature Reviews Genetics chama atenção para desafios de interpretação, heterogeneidade entre tipos celulares e limitações computacionais que ainda precisam ser resolvidos. Em outras palavras: relógios epigenéticos são ferramentas científicas promissoras, mas seus resultados precisam ser contextualizados. Proteômica, metabolômica e outros relógios biológicos A pesquisa avançou além do DNA. Hoje existem modelos baseados em proteínas circulantes, metabólitos, sistema imune, microbiota, glicanos, neuroimagem e até parâmetros relacionados ao envelhecimento cutâneo. A proteômica, por exemplo, analisa conjuntos de proteínas e vem sendo estudada para construir relógios capazes de caracterizar o envelhecimento fisiológico. Uma revisão publicada em 2026 aponta potencial para aplicações preventivas, mas também diferenças importantes entre plataformas, populações estudadas e estratégias de modelagem. O caminho mais consistente, portanto, parece menos relacionado à procura por um marcador perfeito e mais à integração de múltiplas dimensões do organismo. Idade cronológica e idade biológica não são medidas concorrentes É tentador interpretar a idade biológica como uma substituição da cronológica. Clinicamente, essa leitura é limitada. A idade cronológica continua sendo extremamente relevante para epidemiologia, rastreamentos, interpretação de risco e decisões médicas. A idade biológica acrescenta outra camada: procura representar diferenças fisiológicas existentes entre indivíduos com o mesmo número de anos de vida. A comparação ajuda a organizar o conceito:
21 de agosto de 2026
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