Como amenizar as linhas de expressão na testa

28 de maio de 2022

 

Cedo ou tarde, as linhas de expressão vão surgir em nosso rosto, trazendo uma aparência mais pesada, carrancuda ou cansada .

 

Felizmente, a dermatologia estética hoje dispõe de recursos muito eficazes para suavizar esses sinais que, se não forem tratados, vão progredir e se tornar rugas cada vez mais profundas

Se você tem linhas de expressão na testa e não sabe o que fazer, o artigo de hoje traz dicas e tratamentos para amenizá-las.

Acompanhe!

 

6 hábitos diários para amenizar linhas de expressão na testa

Apesar de haver fatores específicos que favorecem o surgimento das linhas de expressão, como a própria expressividade facial (mais ou menos intensa) de cada pessoa, esses sinais são causados principalmente pelo envelhecimento da pele .

Geralmente a partir dos 30 anos, nosso corpo começa a produzir menos colágeno e elastina , proteínas responsáveis pela manutenção do aspecto jovial e firme do rosto. O ideal é agir já nessa fase, buscando um(a) dermatologista para avaliar e sugerir os melhores cuidados.

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De qualquer forma, existem cuidados que podem retardar a formação das linhas de expressão na testa. Conheça os principais:

 

1. Tente franzir menos o rosto

As linhas de expressão se dividem em duas classes: estáticas e dinâmicas. As estáticas são aquelas que se formam de maneira permanente e não necessitam de movimentos para aparecerem. Já as dinâmicas se formam quando movemos músculos, como os da testa.

Por mais inocente que seja, um fator que favorece esse processo é o hábito de franzir sempre a teste ou de ter muita expressividade facial no dia a dia. 

Por isso, se você quer ter um rosto lisinho por mais tempo, procure se policiar quanto a esse costume , para não acelerar ainda mais a formação das linhas de expressão.

Como amenizar as linhas de expressão na testa

Tente franzir menos o rosto

 

2. Atenção à sua posição para dormir

Acredite, até mesmo o atrito entre o rosto e o travesseiro pode ajudar a formar linhas de expressão na testa e no rosto, ao longo do tempo.

Por isso, procure evitar a posição de bruços na hora de descansar ou troque suas fronhas de algodão por tecidos menos agressivos , como o cetim.

 

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3. Fique de olho no que você come (e bebe)

Manter a pele hidratada é importante para a renovação celular e a produção de colágeno. Então fique de olho na sua alimentação e na ingestão correta de água.

Consumir boas fontes de proteína (ovos, iogurte, aves e carnes magras), alimentos ricos em fibra, além de manter o corpo hidratado são cuidados fundamentais para a preservação da saúde da pele. 

 

4. Cuide bem da sua pele

Utilizar os chamados cremes anti-aging e/ou com ácido hialurônico ajudam a preservar a hidratação e a renovação celular da pele; claro, sempre com a indicação do(a) dermatologista .

Além disso, utilizar proteção solar adequada diariamente é vital para evitar a formação de linhas de expressão, pois os raios solares podem acelerar o envelhecimento da pele e a formação dessas marcas.

 

5. Abandone hábitos nocivos

Cigarro e álcool possuem substâncias que são tóxicas para a pele, ajudando a acelerar o envelhecimento das células responsáveis pela manutenção da beleza da sua cútis. Por isso, se você quer proteger sua pele, evite fumar e maneire no consumo de bebidas alcoólicas .

Além disso, o estresse também é outro fator que pode acelerar esses danos à pele, ao aumentar a produção de cortisol , hormônio que, quando em níveis constantemente aumentados, prejudica a saúde da pele.

 

Saiba mais

 

6. Não abuse da maquiagem

Não é incomum pesar a mão para esconder as linhas de expressão. Mas isso pode deixar as marcas ainda mais aparentes!

Procure usar produtos mais leves e sem excessos : maquiagem demais pode se acumular nas linhas de expressão e ressaltá-las ainda mais.

Como amenizar as linhas de expressão na testa

Não abuse da maquiagem

 

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5 tratamentos para linhas de expressão na testa

Mas para quem já tem as linhas, existem protocolos excelentes para tratar as rugas. Conheça os principais:

1. Toxina botulínica

Ideal para tratar as linhas de expressão ainda em seu início, a fim de evitar que elas se tornem as rugas estáticas que citamos no início do texto.

A toxina botulínica age impedindo a movimentação dos músculos da área tratada, evitando que as linhas de expressão – principalmente as dinâmicas – se formem. Pode ser aplicada tanto na testa quanto em outras áreas.

 

2. Preenchimento com ácido hialurônico

Através de injeções intradérmicas, o preenchimento utiliza o ácido hialurônico para devolver o volume perdido pelo envelhecimento e hidratar profundamente a área tratada.

Essa substância – produzida naturalmente pelo nosso corpo – reduz a aparência das linhas de expressão da testa significativamente, melhora a textura e o brilho da pele.

 

3. Peelings

Químico, físico ou a laser, os tratamentos com peeling são capazes de remover as camadas mais superficiais da derme e também as células mortas, estimulando a renovação celular e melhorando a textura da região tratada.

 

4. Fotona 4D

Essa tecnologia inovadora recebe este nome pois foi a primeira capaz de tratar as 4 dimensões do rosto, ou seja:

  • A superfície da pele.
  • O tecido celular subcutâneo, que é a camada de gordura que vem logo abaixo da pele e que ajuda a dar formato ao rosto.
  • Os ligamentos, que fazem a conexão entre as estruturas da face.
  • Os músculos.

 

O Fotona consegue trabalhar (e melhorar) todas essas estruturas por meio de suas quatro ponteiras que podem ser usadas de diferentes maneiras. E o melhor: com todo o conforto, sem inchaços ou descamação.

Como resultado, ele estimula sua pele a produzir mais colágeno, mantendo a firmeza, reduzindo as imperfeições e se mostrando mais lisinha.  

 

5. Aplicação de drug delivery (skin savers)

Tratamento que tem, como finalidade, melhorar a qualidade da pele de forma geral. 

O procedimento é feito com o auxílio de lasers e microagulhamento, visando abrir pequenos minúsculos furinhos na pele, de forma a permitir que os ativos (Skin Savers) possam penetrar até camadas mais profundas, potencializando o estímulo do colágeno.

Aqui, na Art Beauty Center, usamos microagulhamento combinado com o Fotona, para abertura de pertuito e consequente aplicação dos skin savers (preferimos os U.SK ).

 

Pele bonita é na Art Beauty Center!

E chegamos ao fim de mais um artigo. O envelhecimento da pele nem sempre é uma tarefa fácil para a autoestima: lidar com as mudanças em nossos rostos e corpos pode ser motivo de frustração. Ou mesmo que não seja esse o caso, é natural querermos buscar nossa melhor versão para o mundo. 

Mas é importante saber que a dermatologia estética oferece inúmeros recursos para tratar – com muito sucesso – as linhas de expressão, valorizando o que você tem de melhor. 

Na Art Beauty Center, acreditamos que você pode ser a melhor versão de si. Contamos com as tecnologias mais modernas e com profissionais qualificados e atenciosos, prontos para te ajudar a conquistar a pele dos sonhos. 

Se você quer começar hoje sua jornada para ter um visual incrível, a Art Beauty Center é o seu lugar! Clique no link abaixo e agende sua avaliação!

 

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26 de agosto de 2026
A longevidade não começa quando os primeiros sinais do envelhecimento aparecem. Ela começa muito antes, na compreensão dos fatores que podem influenciar a trajetória de saúde de cada pessoa. Nesse contexto, o teste genético pode acrescentar uma camada de informação que exames laboratoriais, histórico clínico e avaliação física, isoladamente, não conseguem oferecer: a identificação de variantes do DNA associadas a determinadas características biológicas e predisposições. Isso não significa prever exatamente quais doenças uma pessoa terá, nem estabelecer quantos anos ela viverá. Predisposição genética não é destino biológico. O valor da informação genética está em ajudar a compreender diferenças individuais de risco e, quando existe evidência científica e aplicabilidade clínica, integrá-las a uma estratégia mais ampla de prevenção, acompanhamento e medicina personalizada. A própria evolução da medicina de precisão aponta nessa direção. Em 2026, a Organização Mundial da Saúde reconheceu formalmente a medicina de precisão como uma oportunidade para transformar descobertas científicas em cuidados mais individualizados e orientados por dados, ao mesmo tempo em que chama atenção para questões como validade clínica, privacidade, equidade e governança das informações genéticas. O que é um teste genético? O teste genético é uma análise do DNA realizada para identificar variantes genéticas que podem estar relacionadas a características individuais, doenças hereditárias, resposta a medicamentos ou predisposição a determinadas condições de saúde. Dependendo do exame e de sua finalidade, a análise pode envolver genes específicos, painéis genéticos ou conjuntos muito maiores de variantes. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto clínico: genética é uma parte da informação sobre o paciente, e não uma explicação isolada sobre sua saúde. Por que o DNA passou a ocupar um espaço maior na medicina da longevidade? Durante décadas, grande parte da prevenção foi construída predominantemente a partir de fatores populacionais: idade, sexo, pressão arterial, colesterol, peso, histórico familiar, hábitos e resultados de exames. Esses elementos continuam essenciais. A genômica acrescentou outra pergunta à prática clínica: pessoas aparentemente semelhantes apresentam o mesmo risco biológico? Nem sempre. Estudos de associação genômica identificaram milhares de variantes relacionadas a características e doenças complexas, incluindo condições cardiometabólicas, alguns cânceres e doenças neurológicas. Isso permitiu desenvolver instrumentos como os polygenic risk scores (PRS), ou escores de risco poligênico, que combinam o efeito de múltiplas variantes para estimar predisposições. É uma mudança relevante porque algumas dessas informações podem existir antes da manifestação clínica de uma doença . A medicina da longevidade, portanto, não utiliza o DNA como uma espécie de previsão do futuro. A proposta mais consistente é outra: combinar informação genética, histórico individual, biomarcadores, estilo de vida e acompanhamento longitudinal para construir uma leitura mais completa da saúde. Em longevidade, conhecer uma predisposição genética pode ser relevante não porque determina o futuro, mas porque pode acrescentar informação à maneira como determinados riscos são acompanhados ao longo da vida. O que um mapeamento genético pode revelar? Essa resposta depende fundamentalmente do tipo de teste realizado. “Teste genético” é uma expressão abrangente. Um painel para doenças hereditárias, uma análise farmacogenética e um teste destinado à avaliação de variantes associadas a doenças multifatoriais respondem a perguntas diferentes. Por isso, interpretar todos os exames genéticos como se entregassem um “mapa completo da saúde” é uma simplificação. Entre as aplicações da genômica investigadas ou utilizadas na medicina estão a identificação de variantes relacionadas a doenças monogênicas, avaliação de susceptibilidade genética a determinadas condições complexas, farmacogenômica e estratificação de risco. Os escores poligênicos, por exemplo, vêm sendo estudados como instrumentos complementares para identificar pessoas com maior risco de algumas doenças comuns. Uma revisão publicada na Nature Reviews Genetics destaca seu potencial incremental na predição de risco e na prevenção personalizada, mas também ressalta limitações importantes, como precisão ainda variável e diferenças de desempenho entre populações. Essa distinção é essencial para uma medicina baseada em evidências: nem toda associação genética descoberta em pesquisa está pronta para orientar uma decisão clínica. DNA, epigenética e estilo de vida são informações diferentes Uma das confusões mais frequentes ao falar sobre longevidade é tratar genética e epigenética como sinônimos. Não são. O DNA contém a sequência genética herdada de uma pessoa. A epigenética envolve mecanismos capazes de regular a atividade dos genes sem necessariamente modificar essa sequência. Esses processos interagem com desenvolvimento, envelhecimento e diferentes exposições ambientais. Isso ajuda a explicar por que possuir determinada predisposição genética não significa necessariamente desenvolver a condição correspondente. Alimentação, atividade física, tabagismo, exposição ambiental, sono, composição corporal, doenças existentes, idade e outros fatores participam de uma rede biológica complexa. É justamente nessa interação entre genoma, fenótipo, ambiente e comportamento que a medicina personalizada ganha significado. O teste genético pode fornecer uma informação relativamente estável sobre o indivíduo. Já o estado metabólico, inflamatório, hormonal e fisiológico é dinâmico e precisa ser avaliado por outros métodos. O teste genético não substitui exames clínicos Esse ponto é especialmente importante para evitar uma interpretação excessiva do mapeamento genético. Uma variante associada ao metabolismo lipídico, por exemplo, não substitui a avaliação laboratorial do colesterol. Uma predisposição relacionada a determinada doença não equivale ao diagnóstico dessa doença. Na prática, essas informações ocupam papéis diferentes. A tabela abaixo ajuda a compreender como diferentes dimensões podem contribuir para uma avaliação individualizada:
24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. Biomarcadores clínicos e metabólicos Exames relativamente conhecidos podem carregar informações relevantes sobre envelhecimento quando avaliados conjuntamente. Marcadores relacionados a metabolismo, glicemia, lipídios, função renal, inflamação, pressão arterial e outros sistemas podem integrar algoritmos capazes de estimar desgaste fisiológico. Modelos como Klemera-Doubal Biological Age e PhenoAge estão entre as abordagens estudadas nessa área. Um dado brasileiro é particularmente interessante. Pesquisadores utilizaram informações de 12.109 participantes do ELSA-Brasil para calcular idade biológica a partir de biomarcadores clínicos. Após acompanhamento mediano de 9,1 anos, uma idade biológica mais elevada em relação à cronológica esteve associada a maior mortalidade por causas naturais, independentemente da idade registrada no calendário. Isso não transforma a idade biológica em previsão individual de longevidade. Mostra, entretanto, que determinados modelos conseguem capturar informações fisiológicas que a idade cronológica, isoladamente, não revela. Relógios epigenéticos Entre as tecnologias mais conhecidas estão os chamados relógios epigenéticos , desenvolvidos a partir de padrões de metilação do DNA. A metilação envolve modificações químicas associadas à regulação da atividade dos genes. Como alguns desses padrões se modificam com o envelhecimento, modelos computacionais conseguem utilizá-los para construir estimativas relacionadas à idade. Os modelos evoluíram consideravelmente. Alguns foram desenvolvidos para estimar idade cronológica; outros procuram capturar mortalidade, risco de doenças ou velocidade do envelhecimento. Apesar do potencial, uma revisão da Nature Reviews Genetics chama atenção para desafios de interpretação, heterogeneidade entre tipos celulares e limitações computacionais que ainda precisam ser resolvidos. Em outras palavras: relógios epigenéticos são ferramentas científicas promissoras, mas seus resultados precisam ser contextualizados. Proteômica, metabolômica e outros relógios biológicos A pesquisa avançou além do DNA. Hoje existem modelos baseados em proteínas circulantes, metabólitos, sistema imune, microbiota, glicanos, neuroimagem e até parâmetros relacionados ao envelhecimento cutâneo. A proteômica, por exemplo, analisa conjuntos de proteínas e vem sendo estudada para construir relógios capazes de caracterizar o envelhecimento fisiológico. Uma revisão publicada em 2026 aponta potencial para aplicações preventivas, mas também diferenças importantes entre plataformas, populações estudadas e estratégias de modelagem. O caminho mais consistente, portanto, parece menos relacionado à procura por um marcador perfeito e mais à integração de múltiplas dimensões do organismo. Idade cronológica e idade biológica não são medidas concorrentes É tentador interpretar a idade biológica como uma substituição da cronológica. Clinicamente, essa leitura é limitada. A idade cronológica continua sendo extremamente relevante para epidemiologia, rastreamentos, interpretação de risco e decisões médicas. A idade biológica acrescenta outra camada: procura representar diferenças fisiológicas existentes entre indivíduos com o mesmo número de anos de vida. A comparação ajuda a organizar o conceito:
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