Por que skincare é tão importante?

8 de novembro de 2022

Provavelmente você tem ouvido falar muito da famosa skincare, o conjunto de cuidados diários com o rosto, que inclui diferentes produtos.

Hoje, tanto homens quanto (principalmente) mulheres têm buscado cada vez mais combater o envelhecimento precoce da pele, e a medicina cosmética tem oferecido cada vez mais opções de produtos para isso.

Mas o que torna a skincare tão importante? Nesse artigo, você vai conhecer os benefícios de manter uma rotina diária de cuidados dermatológicos e por que você também deveria fazer. Vamos nessa?

 

O que é uma skincare e por que é tão importante?

Em tradução livre, o termo skincare significa “cuidado com a pele”.Ou seja, uma rotina de cuidados regulares com a pele , usando produtos para diferentes finalidades. 

Com uma boa rotina de skincare, é possível preservar a hidratação e garantir a nutrição da pele. Ela também é importante para evitar os danos causados por resíduos ( maquiagem, poluição, sujidades), resultando numa pele mais bonita e ainda afastando o envelhecimento precoce. 

 

 

O que não pode faltar numa skincare?

Uma das maiores dúvidas das pessoas, quando se fala em skincare, é “quantos e quais produtos devo usar na minha rotina de cuidados diários com a pele?”. 

A resposta é que não há uma resposta única ou definitiva para essa pergunta, por vários motivos:

  • Diferentes idades pedem cuidados próprios para sua faixa etária. E mesmo pessoas de mesma idade têm graus de envelhecimento diferentes da pele.
  • Peles mais claras ou mais escuras exigem produtos específicos, principalmente quanto à proteção solar.
  • Peles secas, oleosas ou mistas exigem produtos adequados às suas características.

 

Esses são apenas alguns dos aspectos que precisam ser considerados para definir os produtos ideais para fazer parte de seu kit diário de amor com sua pele. Por isso, passar por uma avaliação com um(a) dermatologista é tão importante.

Apesar de não ter como indicarmos aqui os produtos ideias para sua pele, você verá abaixo as etapas que toda skincare precisa cumprir.

1. Higienização

A higienização da pele é um passo extremamente importante. Ao retirar parte dos resíduos e da oleosidade da pele, a limpeza permite que os ativos dos produtos que virão a seguir possam penetrar nas camadas da pele com mais eficiência, gerando melhores efeitos

Ainda que a limpeza seja importante, também é válido dizer que exagerar na limpeza também não é legal, pois isso pode sinalizar para o corpo que ele precisa produzir mais gordura, ocasionando a famosa oleosidade rebote. 

A indicação é lavar o rosto duas vezes ao dia, pela manhã e à noite (ou conforme a indicação do(a) dermatologista), usando o sabonete próprio para seu tipo de pele. Além disso, evite produtos muito abrasivos ou muito agressivos

Rotina de higienização: matinal e noturna.

 

2. Tonificação

Os tônicos ou soluções micelares retiram os resíduos que resistiram à higienização com o sabonete de escolha. Essa etapa prepara a pele para receber a hidratação e permite que os produtos penetrem camadas mais profundas da pele. 

É importante frisar que, durante essa etapa (e a de higienização), é essencial dar atenção ao pescoço e ao colo, áreas que geralmente ficam esquecidas. 

Rotina de tonificação: matinal e noturna

 

3. Hidratação

Com as camadas equilibradas, após as duas etapas iniciais, a pele está pronta para receber a hidratação. É uma fase muito importante e que deve ser levada a sério, já que uma pele hidratada tem mais brilho, volume e elasticidade , além de estimular a produção de colágeno e elastina, retardando a flacidez, as rugas e as linhas de expressão. 

As indicações diferem entre os tipos de pele: as oleosas geralmente respondem melhor a produtos mais fluidos e séruns, enquanto as secas e normais podem fazer bom proveito de hidratantes mais densos. Naturalmente, essa indicação você terá do(a) dermatologista.

Rotina: matinal e noturna

 

4. Proteção

O uso do protetor solar é imprescindível. Isso você já deve ter ouvido milhares de vezes.

Além de retardar o envelhecimento, a proteção solar adequada ajuda a evitar o surgimento de doenças, como o melasma e o tão temido câncer de pele. 

E aqui vale uma dica de milhões: protetor solar não é só para usar quando for sair. Mesmo que vai ficar em casa ou trabalhar em escritório também precisa usar. Os raios emitidos por certas lâmpadas e pelos monitores de computador também têm o poder de danificar a pele.

É indicado o uso de fatores acima do 30, com atenção especial ao rosto, orelhas e dorso das mãos. 

Rotina de proteção: a cada 2-4 horas, ou conforme fatores como lavagens do rosto ou transpiração excessiva.  

 

5. Ativos

O uso dos ativos dependerá das necessidades de cada pele e do período do dia.  

Vitamina C clareia a pele e protege contra raios ultravioletas e a formação de radicais livres. Também podem ser utilizados outros ativos indicados para as necessidades da sua pele. 

Já a rotina noturna é o momento para os ácidos, renovadores celulares, óleos essenciais e todos aqueles produtos que podem causar hiperpigmentação quando expostos ao sol. É indicado que eles sejam passados 30 minutos antes da hora de dormir, para evitar que o produto fique no travesseiro. 

 

Bônus: maquiagem

A maquiagem – se você for usar – entra logo depois da etapa do protetor solar! Ah, e não se esqueça de retirá-la completamente antes de dormir , para evitar a obstrução dos poros, o que pode provocar acnes e o envelhecimento precoce. 

 

 

Só a skincare basta?

Embora seja fundamental para garantir mais saúde e beleza à pele no dia a dia, somente a skincare não é suficiente para atender todas as necessidades da pele. De tempos em tempos, a pele também precisa de cuidados específicos e profissionais, como:

  • Peelings (físicos e químicos) para promover uma verdadeira renovação da sua pele.
  • Toxina botulínica , um poderoso aliado para tratar e prevenir rugas e marcas de expressão.
  • Preenchimento com ácido hialurônico , a melhor solução para garantir mais volume, hidratação e brilho para a pele.
  • Bioestimuladores de colágeno , os queridinhos de quem quer sua pele produzindo mais colágeno, trazendo de volta a firmeza e a elasticidade.
  • Luz pulsada , excelente opção para combater manchas e marcas, além de também estimular colágeno.

 

A skincare é o exercício da autoestima, e a autoestima é o sistema imunológico do cérebro.

No Art Beauty Center, oferecemos um espaço perfeito de cuidado e tratamento da sua pele, corpo e cabelos, com a supervisão da Dra. Geisa, dermatologista estética com mais de 15 anos de experiência. 

Com profissionais do mais alto nível e com produtos e equipamentos entre os mais modernos do mercado, aqui você vai encontrar sua melhor versão.

 

VEJA OUTROS ARTIGOS DO Blog


Confira outros artigos que selecionamos para você!

26 de agosto de 2026
A longevidade não começa quando os primeiros sinais do envelhecimento aparecem. Ela começa muito antes, na compreensão dos fatores que podem influenciar a trajetória de saúde de cada pessoa. Nesse contexto, o teste genético pode acrescentar uma camada de informação que exames laboratoriais, histórico clínico e avaliação física, isoladamente, não conseguem oferecer: a identificação de variantes do DNA associadas a determinadas características biológicas e predisposições. Isso não significa prever exatamente quais doenças uma pessoa terá, nem estabelecer quantos anos ela viverá. Predisposição genética não é destino biológico. O valor da informação genética está em ajudar a compreender diferenças individuais de risco e, quando existe evidência científica e aplicabilidade clínica, integrá-las a uma estratégia mais ampla de prevenção, acompanhamento e medicina personalizada. A própria evolução da medicina de precisão aponta nessa direção. Em 2026, a Organização Mundial da Saúde reconheceu formalmente a medicina de precisão como uma oportunidade para transformar descobertas científicas em cuidados mais individualizados e orientados por dados, ao mesmo tempo em que chama atenção para questões como validade clínica, privacidade, equidade e governança das informações genéticas. O que é um teste genético? O teste genético é uma análise do DNA realizada para identificar variantes genéticas que podem estar relacionadas a características individuais, doenças hereditárias, resposta a medicamentos ou predisposição a determinadas condições de saúde. Dependendo do exame e de sua finalidade, a análise pode envolver genes específicos, painéis genéticos ou conjuntos muito maiores de variantes. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto clínico: genética é uma parte da informação sobre o paciente, e não uma explicação isolada sobre sua saúde. Por que o DNA passou a ocupar um espaço maior na medicina da longevidade? Durante décadas, grande parte da prevenção foi construída predominantemente a partir de fatores populacionais: idade, sexo, pressão arterial, colesterol, peso, histórico familiar, hábitos e resultados de exames. Esses elementos continuam essenciais. A genômica acrescentou outra pergunta à prática clínica: pessoas aparentemente semelhantes apresentam o mesmo risco biológico? Nem sempre. Estudos de associação genômica identificaram milhares de variantes relacionadas a características e doenças complexas, incluindo condições cardiometabólicas, alguns cânceres e doenças neurológicas. Isso permitiu desenvolver instrumentos como os polygenic risk scores (PRS), ou escores de risco poligênico, que combinam o efeito de múltiplas variantes para estimar predisposições. É uma mudança relevante porque algumas dessas informações podem existir antes da manifestação clínica de uma doença . A medicina da longevidade, portanto, não utiliza o DNA como uma espécie de previsão do futuro. A proposta mais consistente é outra: combinar informação genética, histórico individual, biomarcadores, estilo de vida e acompanhamento longitudinal para construir uma leitura mais completa da saúde. Em longevidade, conhecer uma predisposição genética pode ser relevante não porque determina o futuro, mas porque pode acrescentar informação à maneira como determinados riscos são acompanhados ao longo da vida. O que um mapeamento genético pode revelar? Essa resposta depende fundamentalmente do tipo de teste realizado. “Teste genético” é uma expressão abrangente. Um painel para doenças hereditárias, uma análise farmacogenética e um teste destinado à avaliação de variantes associadas a doenças multifatoriais respondem a perguntas diferentes. Por isso, interpretar todos os exames genéticos como se entregassem um “mapa completo da saúde” é uma simplificação. Entre as aplicações da genômica investigadas ou utilizadas na medicina estão a identificação de variantes relacionadas a doenças monogênicas, avaliação de susceptibilidade genética a determinadas condições complexas, farmacogenômica e estratificação de risco. Os escores poligênicos, por exemplo, vêm sendo estudados como instrumentos complementares para identificar pessoas com maior risco de algumas doenças comuns. Uma revisão publicada na Nature Reviews Genetics destaca seu potencial incremental na predição de risco e na prevenção personalizada, mas também ressalta limitações importantes, como precisão ainda variável e diferenças de desempenho entre populações. Essa distinção é essencial para uma medicina baseada em evidências: nem toda associação genética descoberta em pesquisa está pronta para orientar uma decisão clínica. DNA, epigenética e estilo de vida são informações diferentes Uma das confusões mais frequentes ao falar sobre longevidade é tratar genética e epigenética como sinônimos. Não são. O DNA contém a sequência genética herdada de uma pessoa. A epigenética envolve mecanismos capazes de regular a atividade dos genes sem necessariamente modificar essa sequência. Esses processos interagem com desenvolvimento, envelhecimento e diferentes exposições ambientais. Isso ajuda a explicar por que possuir determinada predisposição genética não significa necessariamente desenvolver a condição correspondente. Alimentação, atividade física, tabagismo, exposição ambiental, sono, composição corporal, doenças existentes, idade e outros fatores participam de uma rede biológica complexa. É justamente nessa interação entre genoma, fenótipo, ambiente e comportamento que a medicina personalizada ganha significado. O teste genético pode fornecer uma informação relativamente estável sobre o indivíduo. Já o estado metabólico, inflamatório, hormonal e fisiológico é dinâmico e precisa ser avaliado por outros métodos. O teste genético não substitui exames clínicos Esse ponto é especialmente importante para evitar uma interpretação excessiva do mapeamento genético. Uma variante associada ao metabolismo lipídico, por exemplo, não substitui a avaliação laboratorial do colesterol. Uma predisposição relacionada a determinada doença não equivale ao diagnóstico dessa doença. Na prática, essas informações ocupam papéis diferentes. A tabela abaixo ajuda a compreender como diferentes dimensões podem contribuir para uma avaliação individualizada:
24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. Biomarcadores clínicos e metabólicos Exames relativamente conhecidos podem carregar informações relevantes sobre envelhecimento quando avaliados conjuntamente. Marcadores relacionados a metabolismo, glicemia, lipídios, função renal, inflamação, pressão arterial e outros sistemas podem integrar algoritmos capazes de estimar desgaste fisiológico. Modelos como Klemera-Doubal Biological Age e PhenoAge estão entre as abordagens estudadas nessa área. Um dado brasileiro é particularmente interessante. Pesquisadores utilizaram informações de 12.109 participantes do ELSA-Brasil para calcular idade biológica a partir de biomarcadores clínicos. Após acompanhamento mediano de 9,1 anos, uma idade biológica mais elevada em relação à cronológica esteve associada a maior mortalidade por causas naturais, independentemente da idade registrada no calendário. Isso não transforma a idade biológica em previsão individual de longevidade. Mostra, entretanto, que determinados modelos conseguem capturar informações fisiológicas que a idade cronológica, isoladamente, não revela. Relógios epigenéticos Entre as tecnologias mais conhecidas estão os chamados relógios epigenéticos , desenvolvidos a partir de padrões de metilação do DNA. A metilação envolve modificações químicas associadas à regulação da atividade dos genes. Como alguns desses padrões se modificam com o envelhecimento, modelos computacionais conseguem utilizá-los para construir estimativas relacionadas à idade. Os modelos evoluíram consideravelmente. Alguns foram desenvolvidos para estimar idade cronológica; outros procuram capturar mortalidade, risco de doenças ou velocidade do envelhecimento. Apesar do potencial, uma revisão da Nature Reviews Genetics chama atenção para desafios de interpretação, heterogeneidade entre tipos celulares e limitações computacionais que ainda precisam ser resolvidos. Em outras palavras: relógios epigenéticos são ferramentas científicas promissoras, mas seus resultados precisam ser contextualizados. Proteômica, metabolômica e outros relógios biológicos A pesquisa avançou além do DNA. Hoje existem modelos baseados em proteínas circulantes, metabólitos, sistema imune, microbiota, glicanos, neuroimagem e até parâmetros relacionados ao envelhecimento cutâneo. A proteômica, por exemplo, analisa conjuntos de proteínas e vem sendo estudada para construir relógios capazes de caracterizar o envelhecimento fisiológico. Uma revisão publicada em 2026 aponta potencial para aplicações preventivas, mas também diferenças importantes entre plataformas, populações estudadas e estratégias de modelagem. O caminho mais consistente, portanto, parece menos relacionado à procura por um marcador perfeito e mais à integração de múltiplas dimensões do organismo. Idade cronológica e idade biológica não são medidas concorrentes É tentador interpretar a idade biológica como uma substituição da cronológica. Clinicamente, essa leitura é limitada. A idade cronológica continua sendo extremamente relevante para epidemiologia, rastreamentos, interpretação de risco e decisões médicas. A idade biológica acrescenta outra camada: procura representar diferenças fisiológicas existentes entre indivíduos com o mesmo número de anos de vida. A comparação ajuda a organizar o conceito:
21 de agosto de 2026
Entenda o que é medicina da longevidade e como genética, idade biológica, biomarcadores e prevenção contribuem para um envelhecimento mais saudável.
VER TODOS OS ARTIGOS